Devemos sempre ter cuidado com o que imaginamos. Alias devemos usar nossa imaginação a nosso favor e não contra nos. Parece porem que a maioria das vezes usamos a mesma contra aquilo que realmente desejamos então temos sensações e atitudes mais condizentes com o que imaginamos do que aquilo que realmente queremos. Já dizia Émile Coué : “ Entre a imaginação e a vontade sempre vence a imaginação” . Esses dias experienciei na pratica essa máxima. Um ex-colega informou que outro ex-colega nosso estava em uma entrevista de emprego na dinâmica de grupo e, “fez que nem a viu”. Como ele até onde sabíamos estava muito bem empregado, logo já “imaginamos “ que agora não estava mais. Ligamos para ele e nada de atender o telefone então “imaginamos” que estava com vergonha de não ter cumprimentado o ex-colega. Mandamos e-mail para marcar algo para colocar o papo em dia e até mesmo tentar achar alguma colocação profissional para ele. Duas semanas depois recebemos resposta do e-mail : “ nosso amigo estava de férias e incomunicável “. Sim férias. Está empregado gozando de férias e ao que tudo indica o fato de ter participado de uma entrevista era apenas para testar a sua empregabilidade. Que “imaginação a nossa hein”? Pois é devemos usar a imaginação a nosso favor e dos nossos amigos em sintonia com a vontade.
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